Alone I break

Month

June 2013

73 posts

Jun 12, 20139,647 notes
Jun 12, 201316,422 notes
Jun 12, 20131,522 notes
Jun 12, 2013225 notes
Jun 12, 20138,624 notes
Jun 12, 2013641 notes
Jun 12, 201311,980 notes
Jun 12, 201344,199 notes
Jun 12, 20131,332 notes
Jun 12, 201311,842 notes
Jun 11, 201310,080 notes
Jun 11, 20134 notes
Jun 11, 2013911 notes
Jun 11, 20138,502 notes
Jun 11, 2013617 notes
Jun 11, 20132,832 notes
Jun 11, 2013663 notes
Jun 11, 201386 notes
Jun 11, 2013838 notes
Jun 11, 2013350 notes
Jun 11, 201313,668 notes
Jun 11, 20131,651 notes
Jun 11, 2013144,906 notes
Jun 11, 20134,320 notes
Jun 10, 201330,547 notes
Jun 10, 20136,299 notes
Jun 10, 201344,114 notes
Jun 10, 20133,761 notes
Jun 10, 2013735 notes
Jun 10, 20132 notes
Jun 10, 201331 notes
Jun 10, 20134,471 notes
Jun 10, 20131,815 notes
Jun 10, 201312,724 notes
Jun 10, 201322,221 notes
Jun 10, 20137,558 notes
Jun 10, 201312,694 notes
Jun 10, 20132,796 notes
Jun 10, 201311,561 notes
Jun 9, 201315,163 notes
Jun 9, 20131,567 notes
Jun 9, 20135,117 notes
“Murmúrios. Teus lamentos são como a chuva que escorre fria pela medula da janela. Desejei tanto teu sofrimento, mas te ver agonizar é um martírio desnecessário. Perdição é o que percebo quando noto que te abandonei em tua loucura. Mas o que esperar de alguém que nos deixa para se aventurar em um mundo esquizofrênico com uma pessoa louca e narcisista? Só pude esperar que meus pés me levassem para a frente e me fizessem seguir adiante. Escrevi diversas cartas para ti com palavras bonitas, mas nenhuma delas me correspondeu. Eram apenas eufemismos tentando de forma errônea descrever o que eu sinto. Rasguei aquela carta e escrevi uma outra, cheia de palavrões e expressões chulas, essa sim me descreveu. Eu sou isso, um palavrão pesado e absurdo. Um ser descabido e desmedido na proporção do desencontro, dos atos perdidos e distorcidos. Definitivamente não sou palavras bonitas que te acariciam nem um adjetivo que te enfeita. Sou um verbo que te devora, que soletra a tua alma de trás pra frente exibindo o teu descaso insolente. Estou escrevendo essa última carta para chegar ao desenlace dos nossos casos e acasos. É cansativo viver cambaleando em tuas margens quebradiças. Vou te sufocar no meu peito , rasgo o véu encobrindo a noite imaculada. Meu infinito nunca verás. Pegue sua coleção de injúrias e faça logo um jantar. Chame o teu diabo, teus anjos negros, todos os teus pesadelos, servirei de sobremesa meu coração. Vá e não olhe pra trás, o abismo está comento teus passos, não há como voltar. Sugo a alma pelas tuas costas atrevidas e caminhantes, silhueta de um amor intolerante e dissolvido. Então pare e verás um arcádico de mentiras e saudades, tateados pelos dedos de meus olhos sem fundo. Melhor não, deixe-me colocar aqui um ponto final. Tu não vales o próximo verso, que de tão obsoleto desapareceu, foi consumido pelo nanquim da pena que tenta voar. Te fecho, te absorvo, te elimino, de agora em diante tu não és mais nada, uma página arrancada, desmarcada da história da minha vida.” —Vinícius Canário & Elisa Bartlett  (via 1milhogrande)
Jun 9, 2013519 notes
Jun 9, 201320,769 notes
Jun 9, 20131,202 notes
Jun 9, 20133,146 notes
Jun 7, 20131,028 notes
Jun 7, 2013415 notes
Jun 7, 201312,507 notes
Jun 7, 201326,894 notes
Next page →
2012 2013
  • January 259
  • February 295
  • March 57
  • April 26
  • May 8
  • June 73
  • July
  • August
  • September
  • October
  • November
  • December
2012 2013
  • January
  • February
  • March
  • April
  • May
  • June
  • July
  • August
  • September 825
  • October 353
  • November 450
  • December 480